DECOLONIALIDADE: MULHERES EM PAUTA – Líderes Comunitárias e o Manifesto Petista

SUPER LIVE 13.02.2021 as 20h – Líderes Comunitárias e dos Movimentos Sociais e trazem desafios para o Manifesto Petista, com Zé Genoíno, Valter Pomar, Douglas Martins, Vera Oscar, Cibele Lacerda e Claudia Camilo.

Esta será a primeira entrada de homens neste espaço. E temos a alegria de trazer homens parceiros das lutas feministas, antirracistas, antifascistas, anticapitalistas e anticolonialistas.

A Proposta desta live é, junto ao Manifesto Petista, realizarmos uma escuta das falas das Mulheres Líderes Comunitárias dos territórios de exclusão social e dos Movimentos Sociais. Elas trarão questões para refletirmos o Manifesto no alcance concreto das transformações estruturais necessárias. Temos consciência da importância histórica deste Manifesto para novos rumos perante a conjuntura nacional e internacional. Acreditamos que a transformação parte destas e outras vozes. Das vozes das diversas mulheres que estão no fronte de tantas lutas: na luta por direitos, por território, renda básica, alimento, saneamento básico, vacina, saúde, luta pela vida de suas famílias, filhas, filhes e filhos, que são vítimas da violência de estado e lutam também pela sustentabilidade socioambiental.

Anfitriã: Claudia Camilo

Mediadoras: Vera Oscar, Cibele Lacerda e Claudia

Convidados : Zé Genoíno, Douglas Martins e Valter Pomar.

Líderes Convidadas: Cintia Neli (Vila dos Pescadores, Palafitas em Cubatão), Mãe Makota Cássia Kidoiale (Religião de Matriz Africana), Leia Siqueira (Dique da Vila Gilda, palafitas em Santos), Shirley Krenak (APIB, Território Indígena de Resplendor), Fernanda Maria (Levante Popular da Juventude), Edna Leite (Marcha Mundial de Mulheres) e Laura Dias (MNLDPR – Movimento Nacional de Luta em Defesa da População de Rua).

Conversaremos sobre o Manifesto Petista, recém inaugurado no dia 10.02.2021, na ocasião dos 41 anos do Partido dos Trabalhadores, trazendo histórias, questionamentos, desafios, saberes e práticas de Mulheres, Líderes Comunitárias e dos Movimentos sociais, de diversos territórios brasileiros.

Consideramos que a potencialização de saberes e práticas para uma mudança estrutural decolonial, de uma sociedade patriarcal, capitalista, machista, racista, fascista e entreguista, parte das mulheres atingidas, que precisam ser ouvidas. Elas compõe a maior base de trabalhadoras deste país. Elas carregam o país nas costas, numa sobrecarga de trabalho absurda e seguem ainda excluídas do trabalho com direitos trabalhistas, desvalorizadas, na invisibilidade, por vezes violentadas e mortas.

Assista:

https://youtu.be/4WVhqVngs1c

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