“A não ser que o mundo aceite apartheid, limpeza étnica e roubo de território, Israel é inviável, imoral e ilegal”

O Ramadã e as procissões islâmicas à Esplanada das Mesquitas em Jerusalém foram o último gatilho para o Estado israelense iniciar nova onda de ataques com fins de justificar sua agressão e ocupação da Palestina. Quando veio o cessar fogo, em 21 de maio, eram 243 palestinos e 12 israelenses mortos, e episódios marcantes como a destruição do prédio do centro de imprensa de Gaza, derrubado pela artilharia do exército israelense...

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